sou tarada por formas geométricas. o trabalho de nihalani, artista responsável pelos contornos geométricos em fita adesiva neon que enriquecem a paisagem urbana de nova york, é genial em sua simplicidade, universalidade e efemeridade.
“we all need the opportunity to see the city more playfully, as a world dominated by the interplay of very basic color and shape.”
estou viciada em cinebiografias. que sorte a minha que elas parecem estar na moda…
gainsbourg, vie heróique estréia muito em breve e nowhere boy já foi lançado, mas, como habitante desta cidadezinha provinciana encabeçada por pessoas de gosto medíocre, provavelmente ficarei a ver navios esperando que algum cinema os exiba. le sigh.
entrevista genial com o arquiteto chinelo mathias klotz, expoente relevante da arquitetura chilena contemporânea. instigante e, pra mim, particularmente inspiradora. vale ressaltar também as referências aos colegas (entre outros) alejandro aravena, cecilia puga, o casal mauricio pezo e sofia von ellrichshausen. [ler a entrevista na íntegra]
Você tinha algum mestre na época de estudante? Não, por sorte nós não tínhamos mestres. Não tivemos Niemeyer, não tivemos nenhuma dessas coisas e isso nos fez muito bem. … Espero que passe essa onda de arquitetos-símbolo que fazem qualquer coisa e todo mundo acha que é genial. … Cada vez gosto mais do que se nota menos.
eis que ressurgimos das cinzas! em sua formação original, mais uma compilation é trazida até você. tocando o ótimo do indie, pop, rock, e electro, renovando o cenário costumeiro com novidades e as ocasionais cavações. não perca!
serviço compilation!
sábado, 16.01.2010
23h
R$15 (R$7 de consumação antes da meia-noite)
local: music box (r. josé avelino, n. 387, centro cultural dragão do mar) djs:
guigs (neon rocks, golarrolê, PUTZ! [PE])
marina esmeraldo
thaïs dahas
vivo cercada por pessoas bonitas, inteligentes e interessantes, amém. mas, de vez em quando, vendo meus amigos em certa luz, fico bestificada com o quão bonitos, inteligentes e interessantes eles são. ooh la la!
não é segredo que sou apaixonada pela leveza e simplicidade (às vezes enfurecedoras) do escritório japonês sanaa (sejima + nishizawa). essa intensa admiração me perseguiu durante grande parte de minha vida acadêmica e, ao acompanhar cada projeto novo, sinto aquela inquietação de tiete. mesmo ao constatar que a sua linguagem começa a se repetir com uma frequência um tanto desconcertante, é difícil deixar de admirar a beleza da nova edição da famosa galeria efêmera serpentine gallery, em londres. (fotos de iwan baan, archdaily.)
desmaio também pelo desenho industrial da dupla, com a mesma leveza e delicadeza das obras arquitetônicas, porém mais obviamente divertidas, como essas peças desenvolvidas para a alessi, ou ainda as graciosas cadeiras sanaa, bunny e drop. (21st century museum of contemporary art, kanazawa. fotos de terezure.)